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Pantanal Iguaçuano atrai visitação e guarda ambiental muda de vida

Área de proteção na Baixada Fluminense reúne biodiversidade, passeios e restrição ao banho.

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Pantanal Iguaçuano atrai visitação e guarda ambiental muda de vida
Foto: Reprodução

O Pantanal Iguaçuano, na Baixada Fluminense, chama atenção pela biodiversidade e pela visitação pública. A área fica na divisa entre Nova Iguaçu e Seropédica, dentro da Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu.

Embora o nome remeta ao Centro-Oeste, o local tem várzeas, lagoas e rios remanescentes. Assim, o cenário reúne paisagem alagada e presença de fauna silvestre, em uma região menos conhecida do estado.

Natural de Recife, o guarda ambiental Edson vive em Nova Iguaçu há mais de três décadas. Ele contou que caçava animais no Pantanal Iguaçuano para alimentar a família. Depois de ouvir a mãe, porém, decidiu abandonar a prática e passou a proteger o ambiente.

Visitação no Pantanal Iguaçuano

O Pantanal Iguaçuano tem acesso aberto ao público, com entrada por carro e transporte coletivo. Além disso, o roteiro inclui passeios de barco e lancha, que duram de 20 a 30 minutos.

Nesses trajetos, os visitantes passam pela Lagoa do Quiaba, pelo Lagoão e pelo Rio Guandu. Dessa forma, conseguem observar animais silvestres ao longo do caminho.

Também há passeios guiados por grupos de ecoturismo locais. Eles percorrem o ambiente a pé ou de bicicleta, conforme a proposta de cada roteiro.

Regras e serviços próximos

Nas redondezas, há opções de lazer e gastronomia, como a Cabana do Demario. No local, há estrutura de lazer e pratos com peixe para o almoço.

Por outro lado, o banho no ecossistema é proibido. A restrição vale porque a área é uma unidade de conservação e tem trechos profundos, com correntezas fortes.

Assim, quem visita o Pantanal Iguaçuano precisa seguir as orientações de segurança e preservar o espaço natural. Afinal, a área combina turismo, conservação e observação da fauna da Baixada Fluminense.