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Presidência da Câmara do Rio: Jorge Felippe articula volta ao cargo

Suplente, Felippe negocia com Leniel Borel, enquanto Caiado busca brecha no regimento e o nome de Pedro Duarte surge como alternativa.

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Presidência da Câmara do Rio: Jorge Felippe articula volta ao cargo
Foto: Reprodução

A disputa pela presidência da Câmara do Rio ganhou novos capítulos nos bastidores políticos. O vereador Jorge Felippe articula para voltar ao comando da Casa e, por isso, acelerou as conversas com o deputado federal eleito Leniel Borel, de quem é suplente.

Primeiro suplente, Felippe precisa de uma vaga aberta para retomar o mandato. Assim, as negociações com Borel passaram a ser decisivas para o plano de voltar à presidência do Legislativo municipal.

Caiado busca brecha para disputar nova reeleição

Enquanto isso, o atual presidente, Carlo Caiado, também se movimenta. Nos bastidores, comenta-se que aliados já encontraram uma brecha no regimento interno da Câmara que permitiria a ele concorrer a mais uma reeleição.

Por outro lado, a possibilidade provoca reação. Fortalecido pela vitória de Douglas Ruas no primeiro turno, o PL ameaça judicializar a eleição na Casa caso a candidatura de Caiado avance.

Pedro Duarte surge como plano B

Diante desse cenário, outro nome passou a ser citado como alternativa: o vereador Pedro Duarte. De acordo com os bastidores, ele tem bom trânsito entre os governistas e a direita.

Além disso, Duarte é um dos personagens de um estudo do cientista político Guilherme Mello sobre uma rivalidade pouco conhecida da política carioca. A disputa envolve Pedro Duarte e o vereador Flávio Valle, ambos do PSD e integrantes do grupo do prefeito Eduardo Paes. O estudo completo é extenso, mas detalha a relação entre os dois.

Orelhômetro e mudanças na prefeitura

Em paralelo, o chamado Orelhômetro, criado para criticar Douglas Ruas, entrou no debate político. Ruas, porém, ainda não assumiu o cargo, o que, segundo os bastidores, limita as cobranças sobre o que acontece no estado.

Por fim, comenta-se que, assim que terminar a eleição, começam as mudanças no secretariado da Prefeitura do Rio, já com o olhar voltado para 2028. Nesse novo desenho, o acordo será feito diretamente com os partidos, e não mais com políticos individualmente.