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Brasília mobiliza 5 mil agentes no segundo turno das eleições

Plano de segurança inclui fechamento da praça dos Três Poderes, reforço de câmeras e drones, além de bloqueios viários.

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Brasília mobiliza 5 mil agentes no segundo turno das eleições
Foto: Reprodução

Segurança no segundo turno: Brasília mobilizará 5 mil agentes de segurança pública durante o segundo turno das eleições. O segundo turno Brasília também terá o fechamento da praça dos Três Poderes, além de reforço no monitoramento por câmeras e drones. O plano ainda prevê ampliação de bloqueios viários, se houver grandes aglomerações após o resultado.

A interdição de uma das principais vias da Esplanada dos Ministérios começa na tarde de sábado (24). O bloqueio vai do trecho próximo ao Museu Nacional e à Catedral de Brasília até o cruzamento com a L4. A liberação está prevista entre a noite de domingo (25) e a madrugada de segunda-feira (26).

Motoristas poderão usar vias paralelas, como a S2 e a N2. Os desvios terão sinalização antes do trecho interditado. Segundo o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, o perímetro poderá ser ampliado, caso ocorram grandes concentrações de pessoas. Isso vale especialmente para manifestações ou comemorações.

Votação terá reforço policial

O planejamento prevê dois policiais militares em cada um dos 614 locais de votação. Além disso, uma célula de inteligência funcionará presencialmente na sede da Secretaria de Segurança Pública. Ela reunirá representantes de 22 órgãos distritais e federais.

Entre eles estão Polícia Federal, Polícia Civil, Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A operação também contará com quase 14 mil câmeras do programa DF 360. Dessas, 200 serão usadas exclusivamente no acompanhamento das eleições.

O monitoramento terá ainda 15 drones com câmeras térmicas e sistemas de reconhecimento facial e de placas de veículos. O reforço começa no sábado. Assim, as forças de segurança ficarão mobilizadas antes, durante e depois da votação.

Regras para eleitores

Patury afirmou que manifestações silenciosas são permitidas. Porém, ele pediu que eleitores não tentem convencer outras pessoas. Também pediu que ninguém promova comícios no dia da eleição.

“Você pode usar sua camisa com o número do candidato, pode usar bóton, pode usar bandeira. O que você não pode fazer é algum tipo de cooptação, de convencimento, de comício”, disse o secretário.

Ele também informou que haverá blitz no período pós-eleitoral. No entanto, a lei seca não será aplicada. “Se você beber, não dirija”, afirmou. Por fim, Patury pediu respeito às divergências políticas e aceitação do resultado das urnas de forma cidadã.