O Morro dos Ventos Uivantes é novo romance proibido que a crítica já chama de clássico 

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As primeiras reações a O Morro dos Ventos Uivantes, novo filme dirigido por Emerald Fennell, indicam que a adaptação do clássico de Emily Brontë chega aos cinemas cercada de expectativa e forte repercussão, com destaque para a abordagem da história, as escolhas visuais e o elenco liderado por Margot Robbie e Jacob Elordi.

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O que explica o impacto imediato de O Morro dos Ventos Uivantes

O romance entre Catherine Earnshaw e Heathcliff, interpretados por Robbie e Elordi, retorna ao centro do debate cultural em 2025, misturando melodrama, erotismo e espetáculo visual em uma leitura mais expansiva do texto de Brontë. Antes mesmo da estreia ampla, trailers considerados ousados, decisões de elenco e detalhes de campanhas promocionais já alimentavam discussões nas redes e na imprensa especializada.

A palavra-chave central nesse debate é O Morro dos Ventos Uivantes, usada para se referir não apenas ao filme, mas ao conjunto de escolhas de direção, elenco, visual e estratégia de lançamento. Críticos apontam que Emerald Fennell aposta em uma narrativa intensa, com ênfase na paixão devastadora do casal e em uma estética exagerada, capaz de ampliar sensações de desejo, dor e obsessão, projetando um forte potencial comercial.

Como a química entre os protagonistas sustenta o novo O Morro dos Ventos Uivantes

As primeiras reações destacam a química entre Margot Robbie e Jacob Elordi como um dos motores da trama, funcionando como principal ponto de atração para quem já conhece o livro ou outras versões cinematográficas. A combinação entre atuação, direção e ambientação reforça um drama romântico que não se limita à fidelidade literal ao texto, mas dialoga com a sensibilidade contemporânea e com o star power do elenco.

Essa abordagem permite que a relação entre Catherine e Heathcliff seja retratada como um vínculo ao mesmo tempo arrebatador e destrutivo, alinhado ao espírito gótico do original, porém com ritmo mais ágil e ênfase em tensão física e psicológica. Assim, a nova adaptação busca equilibrar respeito ao clássico e liberdade criativa para alcançar um público mais amplo e diverso.

Como os críticos descrevem o estilo visual de O Morro dos Ventos Uivantes

Relatos de jornalistas nas redes sociais descrevem o filme como “romance arrebatador”, “história de desejo” e “experiência hipnótica”, sugerindo um projeto pensado para intenso envolvimento emocional. Vários comentários mencionam a direção “sem freios” de Fennell, marcada por luz intensa, cores saturadas e enquadramentos que reforçam o clima de excesso e de descontrole emocional dos personagens.

Entre os aspectos técnicos mais elogiados estão a fotografia de Linus Sandgren e o desenho de produção de Sarah Greenwood (ou outro profissional creditado, conforme listas oficiais atualizadas). A fotografia explora contrastes entre paisagens naturais, interiores luxuosos e momentos de proximidade física, enquanto o design de produção investe em cenários, objetos e texturas que combinam luxo, decadência e atmosfera gótica, aproximando o filme de superproduções de romance de época recentes.

Quais são os principais elementos criativos de O Morro dos Ventos Uivantes

Para organizar os pontos mais comentados por críticos e público nas primeiras exibições, é possível resumir os elementos criativos centrais do longa em termos de elenco, direção, fotografia e roteiro, destacando como cada área contribui para atualizar o clássico sem abandonar sua essência trágica.

Elemento Descrição
Elenco Margot Robbie como Catherine Earnshaw e Jacob Elordi como Heathcliff, retomando papéis icônicos da literatura com ênfase em química e intensidade.
Direção Emerald Fennell investe em um estilo grandioso, com foco em emoção, erotismo sugerido e impacto visual, aproximando o romance do cinema de espetáculo.
Fotografia Imagens trabalhadas para intensificar desejo e conflito interno, explorando contrastes entre o ambiente rural hostil e interiores opulentos.
Roteiro Adaptação que preserva a essência trágica de O Morro dos Ventos Uivantes, simplifica algumas tramas paralelas e dialoga com o imaginário atual.

Quais polêmicas cercam O Morro dos Ventos Uivantes e como o figurino se destaca

Mesmo com recepção inicial majoritariamente positiva, a nova versão de O Morro dos Ventos Uivantes chegou cercada de polêmicas, especialmente ligadas ao tom sensual dos trailers e à escolha do elenco principal. Parte do público mais ligado a adaptações literárias tradicionais demonstrou resistência, mas, após as primeiras sessões, o debate se deslocou para a linguagem cinematográfica, o subtexto erótico e as atuações de Robbie e Elordi.

O figurino, por sua vez, foi apontado como um dos destaques do filme, funcionando quase como extensão emocional dos personagens. Vestidos, casacos e acessórios reforçam o contexto de época e o tom dramático da narrativa, aproximando o longa de outros romances góticos recentes e atraindo também espectadores interessados em moda e cinema de período.

  1. O figurino ajuda a destacar diferenças de classe e status social entre os personagens.
  2. As roupas enfatizam a transformação emocional de Catherine e Heathcliff ao longo da história.
  3. As escolhas de cores e tecidos dialogam com o estado de espírito predominante em cada cena.
  4. Os trajes funcionam como elemento de atração para públicos interessados em moda, design e reconstrução histórica.

Com lançamento nos cinemas previsto para fevereiro, a expectativa é que O Morro dos Ventos Uivantes se torne um dos romances mais comentados do ano e reative o interesse pela obra de Emily Brontë entre novos públicos. A resposta do público em escala ampla deverá indicar se essa versão consolida seu lugar entre as adaptações mais lembradas do clássico, tanto pelo impacto comercial quanto pelas discussões estéticas e temáticas que suscita.

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