Mulher acusada de assassinar a filha morre na Zona Norte do Rio

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Mila teria deixado uma carta onde confessava seus crimes


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Reprodução


A mãe acusada de assassinar sua filha de 1 ano e 11 meses morreu no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla. Mila Cristina de Oliveira Bolquett ingeriu chumbinho depois de assassinar a criança, foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e depois transferida para o hospital onde ficou internada e acabou não resistindo. 

Segundo os vizinhos, Mila não aceitou que o pai da criança visitasse e levasse a menina e isso seria a causa para o ato trágico. De acordo com os relatos, o pai buscou a criança na tarde do último domingo (15) e a levou para uma volta no começo da noite. Quando ele buscou a menina, a suspeita é que ele tenha entrado na casa carregando a filha com violência.

Os vizinhos contam que, depois do episódio, Mila saiu de casa sem a criança, no entanto levava uma televisão e entrou no carro de um suposto namorado. Quando os vizinhos entraram em casa, eles já encontraram o bebê sem vida e enrolada em um pano.

Uma testemunha revelou que, após tentar fugir, a mãe procurou uma delegacia para dizer que matou sua filha e tentou tirar sua vida.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes da 9° BPM (Rocha Miranda) foram informados que uma criança foi morta dentro de casa, quando eles chegaram no local confirmaram o fato. Mila foi presa em flagrante. 

De acordo com a Polícia Civil, a autora do crime ainda teria deixado uma carta na qual confessava o crime.

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