Anestesista preso por estupro é investigado em mais três inquéritos

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Anestesista é investigado por três inquéritos


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Marcelo Tavares


  

O médico anestesista colombiano Andres Eduardo Onate Carrillo, preso nesta segunda-feira (16) por cometer crimes de estupro de vulnerável, é investigado em outros três inquéritos. 

Leia + Justiça decide manter anestesista preso por estupro

Contra o médico foram abertas investigações sobre acusação de estupro de vulnerável em dois hospitais diferentes. Já outro investiga a posse de material pornográfico infantil e a criação de um perfil fake, que seria usado pelo acusado para aliciar crianças e adolescentes na intenção de obter vídeo de conteúdo pornográfico.

O delegado Luiz Henrique Marques da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) afirmou, nesta terça-feira (17), que também vai investigar junto com o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) se ele tinha licença para atuar como anestesista. As informações são do Extra.

Investigação

Andres Carrillo era investigado desde dezembro do ano passado, mas por suspeita de envolvimento com pornografia infantil. Ao examinar milhares de fotos e vídeos armazenados na nuvem pelo médico, os agentes encontraram dois registros em que ele filmava a si mesmo abusando de pacientes adultas.

Uma das vítimas é uma mulher que foi operada no Hospital Estadual dos Lagos Nossa Senhora de Nazareth, em Saquarema, em dezembro de 2020. Até esta terça-feira, essa mulher não tinha procurado a delegacia, mas um inquérito foi instaurado. 

O segundo inquérito é referente à paciente que estava internada para retirar o útero, em fevereiro de 2021, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Fundão, Ilha do Governador. A vítima se reconheceu pelas imagens.

Em outra linha, o médico é investigado por produzir e armazenar pornografia infantil. Agentes da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) encontraram mais de 20 mil arquivos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes que eram colecionados pelo médico. Em um dos vídeos, havia até bebês com menos de 1 ano.

Na próxima etapa da investigação, os celulares e computadores de Andres serão periciados em busca de provas que possam ter sido apagadas. A polícia também apura se ele se passava por criança nas redes sociais em um perfil falso para conseguir materiais de menores.

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