Aliado de Bolsonaro, Castro explica ida à posse de Lula: ‘Diálogo’

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Cláudio Castro tomou posse neste domingo (1°)


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Marcelo Eugênio

 

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), falou neste domingo (1º) que o encontro dele com o presidente eleito Lula (PT), logo mais, em Brasília, visa políticas públicas para a população. 

Castro reforçou que manterá o bom diálogo com o Governo Federal. A declaração foi dada logo após a cerimônia de posse no Palácio Tiradentes, antiga sede da Alerj, 

“É o cumprimento de uma promessa minha de que trabalharia com quem o povo escolhesse. Tive um campo político claro. A eleição acabou. Enquanto tiver alguma criança com dificuldade de ir à escola, pessoa que não faça quatro refeições por dia, alguém morando em área de risco ou desempregado, eu tenho obrigação de trabalhar com o governo federal. A eleição acabou. O povo fez a sua escolha. A postura que a gente cobra, temos que agir igual”, reforçou. 

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Em rápida conversa com jornalistas, o político explicou o motivo de comparecer à posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB). A sessão solene será no plenário da Câmara dos Deputados, a partir das 15h. 

Antes, ambos participam de cortejo que começa na Esplanada dos Ministérios, próximo à Catedral Metropolitana de Brasília, e segue até o Congresso Nacional.

Empossados, presidente e vice assinam o termo de posse. Em seguida, somente Lula e Pacheco discursam e a sessão é encerrada. 

Após a posse, já no Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes, o presidente eleito recebe a faixa presidencial e faz um pronunciamento. 

O antigo presidente, Jair Bolsonaro (PL), viajou para os Estados Unidos. Portanto, não fará o ato. Por fim, haverá recepção de chefes de Estado e representantes de países no Palácio do Itamaraty.

Na visão do governador Cláudio Castro, o Rio de Janeiro é um dos estados que mais se destacam no país, segundo ele, devido à expressiva produção de óleo e gás, além do turismo.

“O Rio, na minha opinião, é o estado mais importante da federação com produção de óleo e gás, turismo. Precisa de ajuda do governo federal na área da segurança e infraestrutura. Queremos terminar as obras. E o diálogo [com o governo federal] será baseado em pautas. Somos funcionários do povo e precisamos trabalhar pra ele. Sobre Bolsonaro, eu não sou comentarista das ações dele. Ele deve ter seus motivos pessoais e eu vou respeitar”, finalizou.

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