Professora de Suzano morre depois de ser espancada pelo companheiro no Rio de Janeiro

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Casal tinha um filho de 1 ano e 11 meses e, segundo a família, ela estava grávida. Família afirma que já desconfiava de maus-tratos, mas professora negava. Homem foi preso em flagrante. Família de Beatriz Zuza afirma que ela morreu depois de ser espancada pelo companheiro
Redes Sociais/Divulgação
A professora Beatriz Zuza Nogueira dos Santos, moradora de Suzano (SP), morreu depois de ser espancada pelo companheiro Jefté Aragão da Silva em São João da Barra (RJ). Segundo a família, o crime aconteceu na segunda-feira (26). O casal tinha um filho de 1 ano e 11 meses e, segundo a família, a vítima estava grávida. O boletim foi registrado como feminicídio provocado por paulada e aborto provocado por terceiros. Silva foi preso em flagrante. O g1 procura a defesa do suspeito.
O casal morava em Suzano em um imóvel junto a casa da mãe de Beatriz. A família contou que o casal viajou junto com o filho de 1 ano e 11 meses para São João do Barra onde o companheiro de Beatriz tinha família. Familiares contam que antes de viajar notaram hematomas e já desconfiavam de maus-tratos, mas a professora negava.
No dia 26 de dezembro, a mãe tentou falar com a jovem mas o companheiro não deixava a moça conversar e inventava desculpas. Segundo a família, Beatriz ligou de noite, pedindo ajuda. A família conseguiu o endereço onde o casal estava e acionou parentes que moram em Itaboraí (RJ) que foram até São João da Barra e resgataram a professora e o filho na madrugada de terça-feira (27).
Beatriz e Jefté já tinham um filho e ela estava grávida novamente
Arquivo Pessoal/Divulgação
De acordo com a família, Beatriz não conseguia andar, falar e tinha diversos hematomas. Os familiares afirmam que ela deu entrada desmaiada no hospital, foi colocada no oxigênio e depois entubada. A família informou ainda que a professora morreu na terça-feira por volta das 13h, por conta de uma hemorragia interna e uma contusão no pulmão.
Os pais da jovem foram até Itaboraí onde receberam a notícia da morte e registraram um boletim de ocorrência sobre o caso na delegacia. O boletim foi registrado como feminicídio provocado por paulada e aborto provocado por terceiros. Jefté Aragão da Silva foi preso.
Segundo a família, o velório será na tarde desta quinta-feira (29), na Assembleia de Deus e o enterro do corpo da professora será nesta sexta-feira (30), no Cemitério São Sebastião em Suzano.
Jefté Aragão foi preso em flagrante
Arquivo Pessoal/Divulgação
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