Santos enfrenta início de 2026 com sequência de desfalques médicos no elenco

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O elenco do Santos inicia a temporada de 2026 lidando com uma série de desfalques importantes por questões médicas. Em meio ao calendário apertado de jogos e viagens, o clube precisou reorganizar o planejamento após a cirurgia renal do volante Willian Arão e a ausência de outros jogadores considerados peças-chave, o que reacende o debate sobre gestão física, prevenção de lesões e impacto dessas baixas no desempenho de uma equipe de alto nível.

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Como o Santos administra os desfalques de Neymar, Willian Arão e outros

A gestão dos desfalques no Santos em 2026 passa por um trabalho conjunto entre área médica, fisioterapia, preparação física e comissão técnica. Em casos como o de Neymar, com lesão no joelho, o processo tende a ser mais longo e detalhado, com fases bem delimitadas de recuperação que incluem controle de dor e inflamação, fortalecimento, reequilíbrio muscular e retorno gradual ao gramado.

lesões musculares, como as de Thaciano, Henrique e Tiquinho Soares, pedem cuidado específico com alongamento, força e prevenção de novas rupturas, muitas vezes com testes funcionais e avaliações biomecânicas antes da liberação total. Nessas etapas, a comunicação diária entre preparadores físicos e fisioterapeutas é fundamental para ajustar cargas e evitar sobrecarga na transição entre departamento médico e campo.

Confira a publicação do neymarjr, no Instagram, com a mensagem “Foi no limite, foi na raça… mas foi por você, Santos!”, destacando entrega total e superação em campo, declaração de amor e compromisso com o clube e o foco em gratidão, identificação e conexão com a torcida santista:

Como os diferentes tipos de lesão afetam o elenco santista

Além do volante, o clube registra ausências relevantes de outros quatro jogadores com perfis de lesão distintos, o que amplia a complexidade do planejamento médico e físico. Neymar se recupera de uma lesão no joelho esquerdo, enquanto Thaciano apresenta problema no músculo posterior da coxa direita, Henrique trata uma lesão no adutor da coxa direita e Tiquinho Soares segue processo de reabilitação por conta de um problema na panturrilha esquerda.

Cada caso tem cronograma próprio, mas todos afetam diretamente o desenho tático do time e a gestão de elenco ao longo das competições. Nessas situações, ganha força o conceito de periodização tática, em que a programação de treinos é ajustada não só ao adversário, mas também ao estado físico do grupo, com controle de carga, sessões específicas e uso de tecnologia de monitoramento como GPS e análise de dados de desempenho.

Quais impactos práticos os desfalques provocam no dia a dia

Diante de tantos problemas médicos, o cotidiano do clube sofre alterações significativas em diferentes setores e rotinas de trabalho. A seguir, alguns dos principais reflexos que se manifestam tanto na parte clínica quanto na gestão técnica e física do elenco:

  • Setor médico mais acionado: aumenta o número de atendimentos, exames e sessões de fisioterapia, exigindo replanejamento de horários e recursos.
  • Ajustes táticos frequentes: o treinador precisa testar formações alternativas com maior regularidade, alterando funções individuais e coletivas.
  • Maior espaço para reservas: jogadores menos utilizados ganham minutos e oportunidade de assumir protagonismo, podendo se firmar na equipe.
  • Pressão por recuperação segura: retorno precipitado pode elevar o risco de novas lesões, o que aumenta a responsabilidade do departamento médico.

Como funciona o processo de recuperação de Willian Arão após a cirurgia

No cenário de Willian Arão, a recuperação é direcionada inicialmente para a estabilização clínica após a cirurgia renal. Com o duplo J instalado, o foco recai na cicatrização interna e no acompanhamento por exames de imagem e laboratoriais, além de cuidados com dor, hidratação e possíveis limitações no cotidiano do atleta.

Somente após liberação médica plena é que o volante poderá voltar a treinos mais intensos, com acompanhamento da preparação física para retomar ritmo de jogo sem acelerar etapas. Em paralelo, o clube pode lançar mão de treinos individualizados e trabalhos em academia, adaptados à condição de cada atleta, para minimizar perda de condicionamento durante o período afastado e facilitar a reintegração ao grupo.

Confira a publicação do willianarao, no Instagram, com a mensagem “Glória a Deus por mais uma pré-temporada”, destacando gratidão e fé no início do ciclo, foco em trabalho, evolução e conquistas e o foco em preparação, crescimento profissional e sucesso na temporada:

Como o clube ajusta a rotina interna diante dos desfalques

Do ponto de vista interno, o clube precisa integrar o trabalho de comissão técnica, fisiologia e departamento médico para responder à sequência de problemas físicos. Monitoramento de cargas, exames de imagem e avaliações periódicas tornam-se rotina constante, especialmente em atletas que retornam de cirurgia ou lesão muscular, em um cenário de calendário intenso com viagens e competições paralelas.

Essa realidade reforça a necessidade de protocolos preventivos e uso criterioso dos titulares, principalmente daqueles que já acumulam histórico de problemas físicos. Modelos de gestão de minutos em campo e alternância entre titulares e reservas passam a ser fundamentais para manter a competitividade sem comprometer a saúde dos atletas, abrindo espaço para observação de jovens da base e ajustes finos no modelo de jogo.

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